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3º Festival de Trompete do Algarve

  • ter. 27 e qua. 28 de março de 2018
  • 09h00 - 23h00
  • Conservatório Regional do Algarve Maria Campina

O Festival de Trompete do Algarve regressa para a sua 3ª edição nos dias 27 e 28 de Março de 2018. Com organização do Conservatório Regional do Algarve Maria Campina e Direção Artística de João Mogo, o 3º Festival de Trompete do Algarve comtemplará várias atividades vocacionadas para o Trompete e a sua prática tais como: masterclasses, workshops, concertos, conferências, debates e exposições.
Na presente edição o Festival de Trompete do Algarve apostará em artistas nacionais e internacionais, contando para esse efeito com a presença de músicos de renome mundial tais como: o lendário trompetista/pedagogo Steve Mason (34 anos enquanto 1º Trompete das Orquestras do Teatro Nacional São Carlos/Orquestra Sinfónica Portuguesa e Orquestra Gulbenkian), o trompetista/pedagogo espanhol Vicente Olmos (Trompete Solista da Orquestra Sinfónica de Bilbao/Artista Vincent Bach), o talentoso trompetista português João Moreira (1º Trompete da Orquestra Clássica do Sul), o Quinteto de Metais Harmon Brass (um dos dois únicos Grupos de Metais a serem galardoados com o 1º prémio do Concurso da RDP - Prémio Jovens Músicos 2001) , o versátil e emergente trompetista jazz Leon Baldesberger e o seu projeto, “Meersalz”.
Os principais objetivos do festival são contribuir para a formação e valorização dos alunos de trompete das escolas de música portuguesas, fomentar a troca de experiências musicais e pedagógicas, projetar a instituição para o exterior tornando-a num ponto de confluência entre trompetistas e promover o encontro de jovens músicos de todo o país. Esta iniciativa tem como público-alvo alunos e professores de trompete de escolas de música (superiores, profissionais e conservatórios), músicos e amantes da música em geral. Realce-se o facto de este ser um Festival de Trompete com um formato único e pioneiro na nossa região, a qual tem a vantagem de juntar o útil ao agradável. Por outro lado, é um evento que junta profissionais nacionais e estrangeiros de vários agrupamentos e orquestras, bem como alunos oriundos de todo o país e do estrangeiro, para partilhar conhecimentos, boa disposição e celebrar este tão nobre instrumento, o Trompete!

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Harmon-Brass

Concerto: ter. 27 de março . Auditório Pedro Ruivo

O grupo surge em 1994 como resultado da disciplina de música de câmara dirigida pelo professor Zeferino Pinto, na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Desde então tem vindo a desenvolver uma actividade regular nas mais diversas salas em Portugal, Espanha e França. Destacam-se as participações nos Festivais Internacionais de Música de Vilar de Paraíso e Hoyos (Espanha), e o encerramento do Ciclo de Concertos da Covilhã de 1997 a 2001. Venceu em 2001 o 1º Prémio do Concurso da RDP – Prémio Jovens Músicos na modalidade de música de câmara em nível superior . Nesse mesmo ano fez a estreia em Portugal do Concerto para Trombone e Quinteto de Metais de Phillipe Oprandi com o trombonista françês Jacques Mauger a solo. O grupo fez estágios com Phillipe Legris, Jacques Mauger e com o quinteto Canadian Brass. O quinteto é formado por Sérgio Charrinho e Paulo Carmo em trompete, Luis Silva na trompa, Gonçalo Galvão no trombone e João Aibéo na tuba.

João Mogo

Diretor Artístico

Natural de Carviçais, iniciou os estudos musicais na Banda Filarmónica local. Estudou na Escola Profissional de Artes de Mirandela com Maciel Matos, na Escola Profissional de Música de Espinho com Jorge Almeida, na Academia Nacional Superior de Orquestra com David Burt, Rui Mirra e Sérgio Charrinho, no Royal Northern College of Music com John Miller e Murray Greig e na Royal Scottish Academy of Music and Drama com John Wallace, Mark O’Keefe e Peter Franks. Concluiu Mestrado em Interpretação Orquestral na Universidade Internacional de Andalucía/Fundación Barenboim-Said com Denis Konir e Rainer Auerbach, assim como Mestrado em Ensino de Música no Instituto Jean Piaget de Almada, ambos com elevada classificação.
É membro fundador do Ensemble Português de Trompetes, grupo com o qual foi convidado para participar no International Trumpet Guide (ITG) em Denver, Colorado e Glassboro, New Jersey (USA), assim como The Skyline Brass Quintet, vencedores do concurso Philip Jones Brass Prize em 2007, com quem realizou recitais por todo o Reino Unido e Itália.
É professor no Conservatório Regional do Algarve - Maria Campina, Conservatório de Albufeira e desde 2008, Solista B da Orquestra do Algarve agora denominada Orquestra Clássica do Sul.
João Mogo é artista Vincent Bach e toca com trompetes Bach Artisan.

João Moreira

João António de Pinho Moreira, Trompete Solista A da Orquestra Clássica so Sul, licenciou-se na Academia Nacional Superior de Orquestra e concluiu o seu Mestrado na Hochschule fur Musik und Theater em Hamburgo com o trompetista de renome Internacional Prof. Matthias Höfs.
Já colaborou com várias Orquestras em Portugal e noutros países tendo sido trompete Solista na orquestra MusicAeterna na Rússia.
João Moreira foi vencedor do 1º prémio no Prémio Jovens Musicos, nível Superior. Foi também galardoado com o 2º Prémio no concurso ITG nos Estados Unidos da América na classe de Solista e de Excertos de Orquestra.

Leon Baldesberger

Leon nasce em 1982 em Faro, filho de um casal suíço. Começa a tocar o trompete aos 9 anos de idade na Banda Filarmónica de Moncarapacho, e ingressa no Conservatório Regional do Algarve aos 12 anos, onde permanece durante 7 anos. Entre 2001 e 2007, e com um crescente entusiasmo pelo jazz, frequenta vários Workshops sob a tutela de Zé Eduardo, nos quais teve como professores Scott Wendholt, Jack Walrath, Jonathan Kreisberg, Aaron Goldberg, Matt Penman, Greg Tardy, Alan Ferber, entre outros. Entre 2002 a 2005 teve aulas privadas de improvisação e teoria jazz com Hugo Alves. Para além dos estudos musicais, é licenciado em Psicologia pela Universidade do Algarve em 2005. Em 2008 muda-se para Zürich (Suíça), onde estuda Trompete Jazz na Escola Superior de Musica de Zürich (ZHdK). O seu projeto de Bacharelato (Meersalz) é nomeado Best of Swiss Jazz Bachelor em 2012, e dois anos mais tarde volta a ser avaliado com a nota máxima no concerto final do Master. Trabalhou com professores tais como Daniel Schenker, Matthieu Michel, Chris Wiesendanger, Andreas Wulf, Kaspar Ewald e André Belmont (composição), entre muitos outros. Frequentou Masterclasses com Maria Schneider, Nils Petter Molvaer, Alex Sypiagin, Bob Moses, Armen Donelian, Nik Bärtsch, Andreas Vollenweider. Em 2013 é nomeado pela ZHdK como aluno a participar no encontro anual da IASJ (International Association of Schools of Jazz, liderado por David Liebman), onde tem Masterclasses com Jörg Engels, Jeff Siegel e Nick Smart. Para além de liderar o seu Projeto „Meersalz“, com o qual lançou o seu CD de estreia „Störfaktor“ em 2016 (novo CD para finais de 2018), ingressa e ingressou inúmeros projetos como Sideman, a destacar o Zürich Jazz Orchestra, Lukas Brügger Jazz Orchestra (CD Home and Beyond em 2014), Suma Covjek (CD Babel em 2016, novo CD No Man’s Land em 2018), Orquestra de Jazz do Algarve, e muitos mais. Teve o prazer de tocar com diversos músicos fantásticos, entre eles Pius Baschnagel, Chris Wiesendanger, Nicolas Stocker, Tom Harrell, Miguel Martins, Raphael Jost, Dena DeRose, Zé Eduardo, David Regan, Marena Witcher, Enzo d’Aversa, Theo Kapilidis, Christoph Grab, Maria Anadon, Viktorija Pilatovic, Antonio Mesa e tantos outros. Para além da sua actividade performativa, foi professor de trompete, teoria e combo Jazz em diversas escolas de música na Suíça. Desde meados de 2016 volta a viver em Portugal, onde refez o seu Quinteto „Meersalz“ com os brilhantes músicos Miguel Martins, Alexandre Dahmen, Luís Henrique e João Melro.

Meersalz

Concerto: qua. 28 de março . Auditório Pedro Ruivo

Trata-se da formação que começou por ser o projeto de Bacharelato de Leon Baldesberger na Escola Superior de Música de Zürich (ZHdK), e que na altura foi eleito Best of Swiss Jazz Bachelor 2012 pela mesma escola. Dois anos mais tarde voltou a ser avaliado com a nota máxima no concerto final de Master na dita escola. Estilisticamente poder-se-ia descrever como "orchestrated minimal odd-meter", onde excertos claramente estruturados e orquestrados, nos quais predomina a combinação entre ritmos complexos e harmonias latas, andam de mãos dadas com a improvisação. O projeto tem evoluído continuamente desde a sua formação, tendo passado por vários palcos na Suíça, entre eles o reputado moods em Zürich ou o Bird's Eye em Basel. O CD de estreia "Störfaktor" foi gravado no Hitmill Studio - Zürich em Setembro de 2015 e apresentado na Suíça no inicio de 2016. Após uma Tour por Portugal em Fevereiro de 2017, com paragens no Hot Clube e no Salão Brazil entre outros, Leon Baldesberger volta a viver em Portugal e reconstitui o grupo com músicos portugueses. Line-Up: Leon Baldesberger (tp, comp), Miguel Martins (g), Alexandre Dahmen (p). Luis Henrique (b), Joao Melro (dr)

Steve Mason

Stephen Mason diplomou-se no Royal College of Music em Londres, que frequentou entre 1980 e 1984, tendo-lhe sido atribuídos o “First Year Brass Prize” (1981) e o “College Top Brass Prize” (1983). Ainda em Londres, tocou em várias orquestras com as quais se deslocou a Itália e ao Golfo Pérsico. Gravou com a Orquestra da BBC e ocupou o lugar de primeiro trompete na Orquestra Sinfónica de Bournemouth. Em Portugal, foi primeiro trompete na Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, lugar que ocupou até à sua extinção em 1992. Posteriormente foi também primeiro trompete na Orquestra Sinfónica Portuguesa, ocupando essa posição desde a sua fundação, em 1993, até 1997. Foi primeiro trompete solista na Orquestra Gulbenkian de 1997 até 2017, ano em que se reformou. Ao longo dos anos, tem tocado com todas as grandes orquestras Portuguesas. Em 1994 integrou a Filarmónica de Londres na interpretação da 2ª Sinfonia de Gustav Mahler, no âmbito do evento Lisboa 94. Tem tocado com vários conjuntos de música de câmara, tendo sido transmitidas pela RDP as interpretações de História do Soldado de Stravinsky, Quiet City de Copland e Concerto Brandeburguês nº 2 de J. S. Bach. Ao longo dos últimos anos, tem-se dedicado ao trompete natural, interpretando vários concertos para trompete e cordas, incluindo o Concerto Brandeburguês nº 2. No âmbito do V Festival Internacional de Música de Mafra, coordenou o concerto do conjunto de trompetes “Charamelas d'El-Rei”, com John Wallace, John Miller, Robert Farley e outros trompetistas portugueses e britânicos. Foi Professor de trompete na Escola Profissional de Música de Almada durante vários anos. É professor da Escola Superior de Música de Lisboa, desde a abertura do curso de trompete em 1998, até a presente data. Frequentemente ministra masterclasses de trompete em todo Portugal.

Vicente Olmos

Natural de Paiporta (Valência), finalizou os seus estudos musicais no Conservatório Superior de Valência com o professor D. Leopoldo Vidal, obtendo as mais altas classificações. Posteriormente prossegue os seus estudos com Mr. Pierre Thibaud (catedrático do Conservatório Superior de Paris). Já colaborou com praticamente todas as Orquestras em território espanhol, destacando as colaborações com a Orquestra de Valência enquanto solista convidado em várias ocasiões, Orquestra de Câmara “Reina Sofia” e orquestras internacionais tais como a Orquestra Europeia e a Orquestra de Câmara “Os Virtuosos de Moscovo”. Enquanto solista, gravou com a pianista Itziar Barredo o disco “Playing Opera” (Trompete e Piano). Este disco é uma imersão no mundo da Ópera, tendo como objetivo dar a conhecer e aproximar a ópera do público, tendo como ponto de partida instrumental as fantasias de J.B. Arban. A sua discografia tem vindo a ser aplaudida e premiada pela crítica nacional e internacional, tendo sido galardoada com a “Medalha de Prata” e o reconhecimento enquanto excelente trabalho pelos 2017 Global Music Awards na Califórnia - USA, na categoria de “Classical Music”. O seu repertório é extenso e variado, contemplando todas as épocas musicais desde o renascimento até à música contemporânea.
Tem sido regularmente convidado a ministrar masterclasses, cursos de aperfeiçoamento e conferências em diversos pontos da geografia espanhola, destacando os realizados nos conservatórios de Bilbao, Gijón, Logroño, UNED e para a Universidade de Deusto. (Vizcaya) Foi finalista do Concurso Internacional de Trompete de Genebra. (Suiça, 1996) Juntamente com Nuria Orbea e Ainhoa Barredo forma o grupo vocal e instrumental "TERZETTO XXI" (soprano, trompete e órgão). É membro do grupo de metais "ENRIQUE CRESPOBRASS-ENSEMBLE", do quinteto de metais "EUSKALDUNA BRASS ENSEMBLE" e do "IBERIAN BAROQUE THREE" (dois trompetes e órgão). Foi trompete solista da Orquestra Sinfónica do Principado das Astúrias e atualmente é Trompete Solista da Orquestra Sinfónica de Bilbao. Vicente Olmos é artista Vincent Bach.


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